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quarta-feira, 7 de julho de 2021

Cid Gomes dá parecer favorável à indicação do novo embaixador brasileiro na Rússia.

 






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Senador Cid na Comissão de Relações Exteriores. Foto: Ascom.


O senador Cid Gomes (PDT-CE) participou da reunião da Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado Federal desta terça-feira (06/7), quando apresentou parecer favorável à indicação de Rodrigo de Lima Baena Soares para o cargo de embaixador do Brasil na Rússia.

Baena é ministro de primeira classe da carreira de diplomata do Ministério das Relações Exteriores e acumulará o cargo de embaixador na República do Uzbequistão. A indicação foi aprovada pelos demais senadores da CRE e segue para votação em plenário.

Em seu parecer, Cid Gomes destacou que a Rússia é um importante parceiro comercial do Brasil, sendo que, em 2020, o fluxo bilateral entre os dois países chegou a US$ 4,27 bilhões, valor 19,4% menor em relação a 2019, com exportações de US$ 1,52 bilhão, menos 5,9% se comparado a 2019 e importações de US$ 2,74 bilhões, valor 26,2% mais baixo que em 2019.

“Em anos anteriores, os dois países vinham mantendo intercâmbio comercial de cerca de US$ 5 bilhões anuais. O máximo alcançado em 2008 foi de US$ 7,9 bilhões. O fluxo bilateral historicamente, é superavitário para o Brasil”, expôs o senador, completando que é importante o estreitamento das relações para a recuperação desse fluxo comercial. O Brasil é o principal fornecedor de soja para a Rússia (US$ 387 milhões).

Reunião dos BRICS no Ceará
Cid Gomes registrou ainda a parceria entre Brasil e Rússia no âmbito dos BRICS, bloco formado por cinco países emergentes, além de Brasil e Rússia fazem parte ainda Índia, China e África do Sul.

“Entre muitas iniciativas de relevo levadas a cabo por esse grupo de países, destaco a fundação do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), cuja criação se deu por meio de acordo assinado na reunião de cúpula dos BRICS, em 15 de julho de 2014, realizada em Fortaleza, durante o período de meu governo no Estado do Ceará. É uma instituição que nasceu com vocação para ser alternativa ao sistema do Fundo Monetário Internacional (FMI), o qual jamais passou por reforma que viesse a contemplar de maneira mais adequada os anseios dos países emergentes”, lembrou.

Fonte: Assessoria do senador.