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segunda-feira, 21 de junho de 2021

PF investiga compra de votos do candidato derrotado de Cláudio Pinho em 2020.

 




Cláudio Pinho
Por : Redação CN7


A Polícia Federal fez batida em São Gonçalo do Amarante cumprindo atividades do Inquérito Policial IPL n°. 2020.0118321, que investiga compra de votos por Elder Gurgel, candidato derrotado nas Eleição para prefeito de 2020, com apoio do então prefeito Cláudio Pinho.


Elder Gurgel e Cláudio Pinho podem ficar inelegíveis por oito anos subsequentes à eleição de 2020​. Se isso ocorrer, é o adeus ao sonho do ex-prefeito ser deputado estadual.


Também existe em andamento as investigações da AIJE 0600515-03.2020.6.06.0036 rodando na Justiça Eleitoral de São Gonçalo do Amarante. Nesta ação eleitoral, Cláudio Pinho/Elder perderam todos os prazos e só contestaram no último dia 14/06/2021 às 14:27, após ser intimados por telefone.

O cerco está se fechando para o Cláudio Pinho e seu grupo que cometeram incontáveis ilicitudes; da máfia dos licenciamentos aos esquemas de combustíveis, da usina pirata, dos esquemas de cessões de terrenos para empresas que não trouxeram um emprego sequer para a cidade e muitas outras situações conhecidas pela população da cidade.


Outra especulação da visita da Polícia Federal (PF) é que a presença dos agentes tenha relação com alguma operação para investigar supostas fraudes em fundo de investimentos no Instituto de Previdência Municipal (IPM).

A gestora do Cais Mauá, fundo investido por Cláudio Pinho, já é suspeita de perdas milionárias no Tocantins, São Paulo, Porto Alegre e em vários outros estados.

Uma simples consulta no google é possível encontrar a operação da PF Batizada de Gatekeeper, que investigou fraudes de investimentos por Institutos de Previdência com aportes feitos em fundos de previdência privada gaúcho neste fundo de investimentos desde 2013.


 Os investimentos fraudulentos nas obras do Cais Mauá, em Porto Alegre, é anterior aos investimentos do IPM-SGA feitos por Cláudio Pinho que não teve zelo com recursos públicos dos servidores municipais.

Em tempo III

Segundo consulta nos documentos oficiais, existe conexão indireta com dois vereadores eleitos pela oposição que poderiam ter agido diretamente ou por meio de parentes no comitê de investimentos ou pelo conselho do IPM-SGA.

Não se pode ignorar a nomeação do ex-presidente do IPM na folha de pagamento da Câmara Municipal.

Em tempo IV

Só uma Comissão Especial de Inquérito poderá apurar a verdade dos fatos diante da complexidade dos fatos envolvidos em suposta esquema fraudulento dos investimentos do IPM-SGA.

A questão concreta é que Cláudio Pinho poderia ter evitado os aportes em fundos fraudulentos como Cais Mauá que, juntos com outros fundos, já deram prejuízos na ordem de 16 milhões e podem chegar a próximo de 30 milhões.


                      Ceará News 7