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terça-feira, 25 de maio de 2021

Audiência promovida por Yanny reúne prefeito, secretários, vereadores e sindicato na câmara municipal de Juazeiro do Norte.

 




Em audiência pública idealizada pela vereadora Yanny (PL), foi debatido nesta segunda-feira, dia 24, na Câmara de Juazeiro do Norte, sobre as leis 132/2020 e 134/2020, que dispõem sobre a jornada de 30h para os profissionais de enfermagem e psicólogos do município. Assista ao vídeo no final da matéria.

Estiveram presentes, compondo a mesa e participando da audiência, os assessores jurídicos de Yanny, os advogados Mical François e Nildo Rodrigues, o prefeito Glêdson Bezerra, o vice Giovanni Sampaio, o procurador do Município, Walberton Carneiro, a secretária da Saúde, Francimones Rolim, o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sisemjun), Marcelo Alves, a representante dos enfermeiros e psicólogos, Alice Luna, além dos vereadores Capitão Vieira, Bilinha e Ivanildo.

Para Yanny, "é preciso dialogar por melhores políticas públicas na saúde como a carga horária dos profissionais", disse.
"As condições de trabalho dos profissionais de saúde precisam ser adequadas. Os profissionais de saúde merecem respeito e precisam de diálogo. Tenho insistido nisto, pois o diálogo faz parte da vida democrática. Através dele resolvemos os problemas. Não adianta a prefeitura fazer vista grossa para vocês. Não é o melhor caminho. Não quero dizer, de modo algum, que defendo a radicalização. Ao contrário, eu defendo a radicalização do diálogo entre prefeitura e profissionais da saúde", ponderou a parlamentar.

Dentre as indagações feitas pela vereador, uma delas foi direcionada a gestão, perguntando se havia alguma proposta para implantação das 30h semanais para os profissionais mencionados. Direcionado ao Sindicato, Yanny questionou se existe proposta escalonada para a implantação das 30h.

O Município, na pessoa de Gledson, não apresentou propostas concretas de melhorias para as classes e nem evidenciou abertura para uma possível negociação, amparado no argumento de que não pode ultrapassar os limites de 54% de gastos com pessoal impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Alegou ainda que precisa convocar servidores aprovados no último concurso realizado.

Já o advogado Micael François afirmou que não há inconstitucionalidade na lei, pois não há nenhum aumento de despesas.


                       Foto Josimar Segundo 
(Foto: Josimar Segundo) 

Blog do Boa