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quinta-feira, 25 de março de 2021

"UM PEDIDO DE PRECE EM GERAL PARA O MUNDO INDIVIDUAL, DE CADA UM DE NÓS, VINDO DE ALÉM MAR, SAFARA, BEJA/PORTUGAL, POR OCASIÃO DO PERÍODO DA INAUGURAÇÃO DA ABERTURA OFICIAL DA FESTA ANUAL DAS ÁRVORES - ÁRVORES NATIVAS DO CEARÁ EDIÇÃO 2021"

 












Um pedido que vem de PORTUGAL diretamente para PACUJÁ da parte da Dra. ANTONIA VILAR BAIÃO, uma das mais atuantes e influentes políticas portuguesas, com larga vivência no setor e nas áreas da educação e da cultura daquela Nação Mãe.
Logo mais às 19h, o Pe. João Jesuíno Marques, Pároco da Igreja Matriz de São João Batista,  irá oficializar MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS em intenção do êxito da FESTA ANUAL DAS ÁRVORES patrocinada pela SEMA - Secretaria de Estado do Meio Ambiente e vem exatamente do outro lado do Atlântico lá de SAFA, BEJA/PORTUGAL, esse importante e histórico comentário:
"Jorge de Moura, fico tão feliz com as actividades que conseguem ligar a natureza, Deus, os cidadãos e até os políticos". Faço alusão explícita aos políticos porque, nalgumas paragens, a intercomunicação entre os diversos poderes parece estar em divórcio. Na realidade não estão. E apesar das minhas ideologias políticas e também na minha acção política, as coisas só fazem sentido numa dimensão universalista. Que incluí a fé, a sacralidade, a dimensão mística, as dores concretas da vida das pessoas, os seus sonhos, a sua crença no plantar a árvore ou de colher a rosa como processos incluídos na pessoalidade total. Nestes tempos - mas mesmo antes deles - sinto que fazemos parte de um todo, uno e indiviso. Nessa dimensão também incluo os nossos egoísmos, os nossos medos, as nossas ambições, as nossas cedências existenciais: como se a perfeição criativa só tivesse sentido na imperfeição que nos diferencia de Deus. Tenham um dia pleno, amigo. 
Peço-vos hoje no período da inauguração uma prece para o mundo individual, de cada um de nós (Antonia Vilar Baião).
Sem comentários, finalizou o ambientalista Jorge de Moura.