quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Associação das Escolas Particulares do Cariri envia carta aberta ao Governador pedindo volta das aula presenciais

 










                                          escola foto por Freepikl - Br freelipk,com 


Nesta quarta-feira (24), a Associação das Escolas Particulares do Cariri (AEPC), representante de 53 escolas distribuídas entre Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha e Brejo Santo, enviou uma carta aberta ao Governador do Estado, Camilo Santana (PT), pedindo para que seja reconsiderada a decisão de suspender as aulas presenciais na região, que está em vigor desde o último dia 17 de fevereiro.

Segundo a AEPC, “não é razoável aplicar as mesmas medidas restritivas para Fortaleza e para o resto do estado, tendo em vista a diferença entre ambas as situações”. A Associação pede que o Governo veja cada caso e aplique medidas adequada e proporcionais.

Na carta, Associação das Escolas Particulares do Cariri afirma que a medida extrema de restrição das aulas presenciais é desproporcional para a região. Em comparação de dados de 11 de fevereiro apresentada pela AEPC com informações da Secretaria Estadual de Saúde, o Cariri foi a região que teve maior redução no número de casos (38,5%) e única que manteve estabilidade no número de mortes.

“Considerando que os boletins de saúde apontam que a situação da Região do Cariri está sob controle,
verifica-se que o retorno das aulas para a modalidade integralmente remota é uma medida desproporcional ao
atual cenário desta Região”, diz a carta.

A AEPC ressaltou, ainda, que não se opõe ao funcionamento remoto parcial, tendo em vista que não é ideal lotar salas de aula. “Assim sendo, vislumbramos o funcionamento híbrido como uma medida ideal tanto para atender às diretrizes de combate ao Covid-19, quanto para reaproximar a escola e os alunos, uma vez que não há método mais eficaz de transmissão de conhecimento, nem maior deleite para nós, educadores, formadores de novas gerações, de novas personalidades, de novas profissões, do que o ensino presencial”, conclui.

Leia na íntegra a Carta Aberta para o Governador clicando aqui.

               ( Badalo) 

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