quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Candidatos e empresas entram na mira do Ministério Público Eleitoral por disparo de mensagens em massa

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A Justiça Eleitoral está de olho nos candidatos que usam disparos de mensagens em massa, pelas redes sociais, para chegar mais perto dos eleitores. ‘’Se tem empresas que vendem os disparos em massa, é porque candidato que compra o serviço’’, diz o jornalista Beto Almeida, em sua participação, nesta quarta-feira, no Jornal Alerta Geral.


A prática é proibida, mas é usada, também, para ataques a adversários políticos. As investigações do Ministério Público Eleitoral têm, ainda, como alvos as empresas que vendem disparos em massa e extraem, de forma ilegal, dados dos eleitores pelo Instagram e Facebook.


O disparo das mensagens pelas redes sociais, no período da campanha, é crime eleitoral. A coleta e o uso de dados das pessoas em redes sociais sem consentimento dos usuários viola a Lei Geral de Proteção de Dados, que entrou em vigor em setembro.

Daqui a pouco, mais informações!  


Ceará agora 

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