sexta-feira, 18 de setembro de 2020

O papel do senador Cid Gomes na atual conjuntura no Ceará e no Brasil

 5ED1C099-1946-4069-BF6A-1AB25DA5AF69





O senador Cid Gomes (PDT) não é mais somente um brilhante político cearense. Ele está presente no cenário nacional, em um contexto que estabelece discussões conectando o Ceará ao Brasil, numa ligação profunda de manobras para abrir espaços que objetivam defender não só as liberdades, mas um plano de ação para o país em todas as áreas, prioritariamente na educação, saúde, segurança e assistência social. A chave virou e a pauta econômica, também, se enquadra nesses movimentos. Cid olha para o Brasil com seu radar, patrocinando alianças para sustentar um projeto que chegue, em 2022, com força para conquistar o Palácio do Planalto.

O processo político na pré-campanha aponta caminhos para construção de vitórias ou derrotas. A estratégia ou tática partidária precisa ser bem alinhadas para se evitar erros, injustiças. O passo a passo é complicado no xadrez da politica. Não é fácil acomodar todos os interesses e interessados. Evitar demandas  é o princípio.

O cenário nacional mostra que Cid Gomes ao olhar o mapa político do Ceará precisa colocar no projeto partidos como o PSB, Rede, PT e DEM, o novo aliado de centro. As lideranças nacionais  desejam a inclusão das suas siglas  nas alianças em estados e municípios. Os partidos são correntes, têm elos, do menor ao maior mumicípio. Não é fácil fechar a conta. 

Na Bahia, o DEM tem perfeita sintonia com o PT. Não será surpresa se, em 2022, o partido de Lula apoiar o presidente nacional do Democratas, ACM Neto, para o governo baiano. O PDT pode estar nesse palanque. A aliança municipal foi um avanço nesse sentido. Ciro será o mais beneficiado. Os observadores podem notar que o DEM. no Ceará, está de namoro forte com o PDT, juntos em quase todo o Estado. O PSB, PT e a Rede são velhos aliados.

O PSDB está sendo outra nova conquista de Cid Gomes, na sua busca de aliados para 2022. Os tucanos cearenses estão se chegando e o PDT gostando da aproximação. O governador paulista, João Dória, perdeu fôlego, o desgaste lhe tirou as chances eleitorais para a disputa presidencial em 2022. Cid Gomes está manobrando, em São Paulo, para agradar o PSDB. Até agora, a estratégia funcionou. No Rio de Janeiro, o PDT tem chance de sair vitorioso. O partido está longe da lama produzida pela turma do governador Witzel e do prefeito Crivella.

O Nordeste brasileiro é alvo de disputa entre Ciro, Lula e Bolsonaro. Dominada pela esquerda, a região não parece querer sair desse núcleo m. Os sinais claros de crescimento do presidente Bolsonaro podem sumir, com a redução do Auxílio Emergencial. Ele está prometendo até cartão vermelho para quem, no seu governo, ameaçar tirar benefício dos vulneráveis, dos pobres. 

A campanha, oficialmente, pela Lei Eleitoral, vai começar em 10 dias, com a propaganda no rádio, TV e internet. No mundo real, já começou. O PDT, vencendo em Fortaleza revigora o nome de Ciro Gomes, nacionalmente. Ele será o alvo dos adversários. Vamos ver, em novembro, se Cid Gomes e Roberto Cláudio acertaram na meta da capital e se, no sertão, deu tudo próximo do desejado. A nacionalização da eleição municipal é real, o eleitor precisa ficar atento

Nenhum comentário:

Postar um comentário