O
Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) negou, por unanimidade, o
habeas corpus do vereador de Sobral Junim do Povo (Podemos) e manteve a
prisão preventiva. A sessão foi realizada nesta terça-feira (08).
No
voto, a relatora do caso, desembargadora Arsênia Parente Breckenfeld,
revelou que o vereador seria uma espécie de porta-voz dos chamados
"Irmãos Coragem", apontados no processo como lideranças da facção
criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) em Sobral.
Praias e ilhas
Além
dele, também permanecem presos os vereadores Carlos do Calisto (PSB) e
Mário Vicktor (União Brasil). Os três estão recolhidos na Penitenciária
Industrial de Sobral.
Os
três vereadores foram alvos da Operação Omertá, deflagrada pelo
Ministério Público do Ceará (MPCE). A investigação apura a interferência
da facção Comando Vermelho (CV) nas eleições de 2024 e 2026 em Sobral.
Segundo o órgão, os parlamentares são investigados por suposta ligação
com a organização criminosa e por atuação no processo eleitoral no
município.
Fonte: CN7

0 Comentários