Crédito: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados
O deputado federal Eunício Oliveira (MDB) confirmou que não será candidato a senador nas eleições deste ano. Ele participou remotamente da convenção do MDB na manhã desta quarta-feira, 5."O governador, nós conversamos muito, desde outubro do ano passado.
O MDB não tinha nenhum problema de estar na chapa majoritária. Não houve nenhum desentendimento. O problema é que eu fui surpreendido como todos sabem, com anemia profunda, tive de me tratar", ele afirmou."Para não criar problemas para a nossa coligação, eu disse para o conjunto que o importante é a gente ganhar as eleições. O MDB não será problema, o MDB não foi excluído dessa chapa. Infelizmente, o destino me retirou desse pleito por umqa questão de saúde".
Ele acrescentou: "Mas nós vamos estar exercendo outras posições. O MDB não será prejudicado", disse o parlamentar
Em entrevista, Danniel Oliveira (MDB), deputado estadual e sobrinho do ex-presidente do Congresso Nacional, afirmou que a decisão foi pessoal de Eunício devido a questões de saúde. Recentemente o deputado esteve tratamento de uma anemia profunda em São Paulo.
Mesmo curado a sua baixa imunidade não irá permitir uma grande atuação eleitoral nas ruas. Eunício ainda decidirá se concorrerá a deputado federal.Porém, o deputado estadual e 2° vice-presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) destacou que foram feitos acordos com o governo para garantir a força do MDB. Eunício participou da convenção de forma virtual.
Vamos adiar esse sonho. A não candidatura do Eunício ao Senado é um prejuízo para a população do Ceará, mas não há em relação a Elmano, Camilo, nenhuma questão que possa desagradar a conversa. O partido fez acordo de futuro em várias e várias questões que são importantes, principalmente politicamente que eu tenho certeza que vai crescer", disse Danniel.Prosseguiu: "Essa questão está definida pelo próprio senador Eunício.
A ação foi do Eunício diante da sua questão da imunidade e essa decisão está tomada".Danniel reforçou o apoio do MDB a reeleição do governador Elmano de Freitas (PT), cuja chapa para o Senado está entre Chagas Vieira (PDT) e Luizianne Lins (Rede), e que o partido ainda discute uma participação na chapa majoritária como suplente.
O POVO
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