
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) ampliou o prazo para que beneficiários de programas sociais sem cadastro biométrico emitam a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). O novo cronograma para o uso de bases biométricas na concessão ou renovação de benefícios foi publicado no Diário Oficial da União.
A portaria estabelece que beneficiários sem qualquer cadastro biométrico deverão emitir a CIN até janeiro de 2027. Já para aqueles que possuem biometria cadastrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou em documentos como a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o passaporte, a nova identidade passará a ser obrigatória apenas em janeiro de 2028.
Segundo o governo, a ampliação do prazo ocorreu para que os cidadãos tenham mais tempo de realizar o cadastro biométrico de forma gratuita por meio da CIN, garantindo que ninguém seja prejudicado.
A nova Carteira de Identidade Nacional será o principal instrumento para consolidar o cadastro biométrico do país. A CIN é tida como uma virada de chave para redução de fraudes e golpes, além de representar avanços econômicos e de políticas públicas no país.
Com a primeira versão gratuita, o documento apresenta como principais novidades o padrão unificado em todo o território e apenas o CPF como número, além de estar disponível on-line e com QR Code na conta gov.br.
Como emitir a CIN
O primeiro passo para emitir a CIN é acessar o site gov.br/identidade, entrar no link de agendamento do estado e marcar a coleta da biometria.
No dia do atendimento, é necessário apresentar a certidão de nascimento ou de casamento. Caso desejado, a versão digital da CIN permite a inclusão de outros documentos, como a CNH e o título de eleitor.
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