
O movimento tenta pressionar governadores a retomar as rotinas produtivas em seus respectivos estados, na linha do que vem pregando o presidente Bolsonaro desde o início da epidemia no Brasil.
O ofício, assinado por 25 procuradores da República, é endereçado às polícias Federal, Rodoviária Federal, Militar e Civil, Secretaria de Segurança Pública do Estado do Ceará e Autarquia Municipal de Trânsito de Fortaleza. De acordo com o MPF que as manifestações marcadas para acontecer em frente aos quartéis militares de 65 cidades brasileiras, incluindo Fortaleza, te riscos para a saúde pública.
O documento lista uma série de crimes nos quais incorrerão os organizadores e participantes do ato, que vão do desrespeito ao decreto estadual que desde 20 de março proíbe atividades não essenciais que possam provocar aglomerações, a infrações ao Código Penal e até à Lei de Segurança Nacional.
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