quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Ticiano Tomé, suspeito de envolvimento na morte do prefeito de Granjeiro, deixa cadeia e vai para prisão domiciliar

 










                   


Após a Justiça acatar um pedido de habeas corpus da defesa, Vicente Félix de Sousa, o Vicente Tomé, pai do ex-prefeito do Granjeiro, deixou a Penitenciária Industrial e Regional do Cariri (Pirc) nesta quarta-feira (17). Ele agora cumpre prisão domiciliar. A informação é do jornal Diário do Nordeste. Vicente Tomé foi preso como um dos suspeitos pelo assassinato do então prefeito da cidade, João Gregório Neto, o João do Povo, em dezembro de 2019.

No habeas corpus, a defesa alegou que o fato de Vicente ter 62 anos seria um fator de risco para a Covid-19.  A prisão do suspeito ocorreu em 15 de julho de 2020, juntamente com o então prefeito da cidade, Ticiano Tomé, seu filho. Ambos são suspeitos de envolvimento no crime. Após o assassinato de João do Povo, Ticiano, que era vice-prefeito, havia assumido a gestão de Granjeiro. Segundo a investigação, o crime teria motivações políticas.

Veja também: Imagens da prisão do Prefeito de Granjeiro, Ticiano Tomé, suspeito de participar da morte do ex-prefeito, João Gregório

Relembre o caso

João Gregório, conhecido como João do Povo, foi assassinado a tiros nas proximidades do Açude Junco, em Granjeiro, no início da manhã do dia 24 de dezembro de 2019. O local ficava perto da residência que ele morava. De acordo com os familiares, ele tinha costume de sair nas primeiras horas do dia para realizar exercícios físicos.

As investigações passaram a apontar o então prefeito de Granjeiro, Ticiano Tomé, e o pai dele, como principais suspeitos do caso. O motivo foi que um carro que teria sido usado de apoio no dia do assassinato, estava na casa do então chefe do município. Ele era o vice-prefeito quando João do Povo estava na Prefeitura de Granjeiro.

O tio de Ticiano Tomé também passou a ser suspeito e foi preso no dia 03 de março de 2020. Ele estava em Maracanaú no momento da prisão. Depois foi levado para o Crato, onde ficou preso por 28 dias, sendo solto no dia 31 de março, podendo usar tornozeleira eletrônica. 

                  ( Badalo) 

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