sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

PPA distribui 834 toneladas de alimentos para 250.914 pessoas vulneráveis socialmente

 





Entre junho e novembro, o Programa de Aquisição de Alimentos distribuiu 834.346,12 quilos de alimentos para 250.914 pessoas em situação de vulnerabilidade social. Liderado pela Secretaria de Desenvolvimento Agrário, o programa realizado em parceria com o Ministério da Cidadania contou com um investimento de R$ 3.820.743,21 e gerou renda para 3.082 agricultores familiares. Os dados integram o balanço da SDA e foram apresentados no final de dezembro.

“Estamos numa pandemia, não acabou e é perigoso este momento que atravessamos. No entanto, a segurança foi fundamental e o governador Camilo Santana possibilitou que distribuíssemos mais de 834 mil quilos de alimentos para quase 251 mil cearenses em situação de vulnerabilidade”, comemorou o secretário de Desenvolvimento Agrário, De Assis Diniz durante live transmitida pelo Facebook. “Além de contarmos com a nossa equipe técnica e a do Ministério da Cidadania, temos a importante parceria com as secretarias municipais de agricultura”, enalteceu

O objetivo do programa é fortalecer a produção da agricultura familiar, beneficiando entidades socioassistenciais e pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Entre maio e junho, também de 2020, o Programa de Aquisição de Alimentos – Compra com Doação Simultânea (PAA-CDS) já havia executado uma edição extra do programa, em decorrência da pandemia de Covid-19, e atendeu 103 mil vulneráveis socialmente com a entrega de mais de 439 toneladas de alimentos.

Inclusão social e econômica

O Ceará é o quinto estado nordestino em volume de recursos investidos pelo PAA. De acordo com Mônica Macedo, coordenadora estadual do projeto, outro ponto de destaque do PAA é a forte participação das agricultoras familiares. “Neste momento de pandemia, estamos garantindo que nosso agricultor não perca a produção e que melhore a alimentação dele. Esses recursos melhoram a economia local e os produtos suplementam a alimentação daqueles que passam dificuldade”, frisa.

“Há dois anos a gente trabalha com o PAA e parte da nossa produção, o que a família da gente não consome, se transforma em renda”, confirma Joaquim Marques, da comunidade Bom Gosto, zona rural de Pacujá. “Melhora a vida da gente porque estamos numa pandemia muito pesada e, agora, garantimos renda para dentro de casa”, completa o pequeno produtor de abóbora de leite, acerola, castanha de caju, cheiro verde, macaxeira, mamão, melancia e pimenta de cheiro.

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