terça-feira, 18 de agosto de 2020

Dr. Cabeto não acredita em ‘segunda onda’ da Covid-19

  Em declaração dita pelo secretário de Saúde do Ceará, Dr. Cabeto, nesta terça-feira (18), este afirmou não acreditar numa “segunda onda” de contaminações por Covid-19 no Estado. Nesta semana, o estado já beira os 200 mil casos confirmados do novo coronavírus, sendo que mais de 170 mil destes já estão recuperados.

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 Foto > Cid Barbosa 


O secretário acredita que devemos atravessar a pandemia sem registrar expressivo aumento no número de casos, o que significa que não teremos uma nova subida na curva com o número de pacientes após o declínio dos diagnósticos positivos.

A região do Cariri, que foi a última no Ceará subir de forma expressiva o número de casos, já se encontra em declínio conforme comprovam os registros diários. As cidades de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, que concentram o maior número de pacientes infectados, chegaram nesta semana com cerca de 19 mil casos de Covid-19 se somadas, mas com expressiva redução tanto nos diagnósticos quanto nos óbitos.

“Hoje, a minha percepção é de que nós não vamos ter uma ‘segunda onda’. Nós não temos qualquer indicador sobre isso”, ressaltou o titular da Sesa.



Ele declarou estes termos durante a participação deste no seminário online “O Futuro da Saúde”, organizado pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Ceará (Sindessec). O secretário debateu as perspectivas na saúde em âmbito local.

Para complementar a fala sobre as chances de uma nova alta de contaminações no estado, Dr. Cabeto citou que os 184 municípios cearenses, juntos, podem ter atingido uma “imunidade de rebanho” próximo do ideal – isto é, quando o número de pessoas imunes a uma contaminação alcança um nível que interrompe a sua disseminação.

“A minha impressão global é que nós temos uma imunidade de rebanho perto do que é adequado, e uma população que provavelmente vai ter pequenos aumentos ou pequenos surtos, mas nós não vamos ter a segunda onda como estava se achando anteriormente”, frisou.  


     ( Badalo)  

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